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Utilidade Privada
domingo, 15 de novembro de 2015
O delírio
Saiu das têmporas daquele que desenxerga
Relapso ante a quimera
De querer curar o limite
Ao estulto, explosão:
Quimera
Pena:
É por que voam cisnes
É por que nascem letras
É por que quedam homens:
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Quem sou eu
Morfeu
Morfeu é todo mundo, mas não qualquer um. Qualquer um que seja Morfeu vive na metamorfose do sonho em matéria; e mesmo a quimera que a matéria provoca não castra de Morfeu sua igenuidade tardia.
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